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    Santa Luzia conta com quatro casos suspeitos de Sarampo


    Após não atingir a meta de 95% de imunização do público-alvo durante a campanha nacional, finalizada nessa sexta-feira (31), o saldo ficou negativo no montante de imunizações em Santa Luzia. 

    O Vitrine procurou nos postos da cidade, seja pessoalmente ou por telefone informações sobre outras vacinas, que não a da campanha de Sarampo e Pólio (que foi encerrado no último dia 31, mas que constam no calendário de imunizações) e não encontramos vacinas para febre amarela, hepatite, tetra viral, varicela, triplice, HPV, meningocócica, Pneumocócia, dentre outras. Segundo um dos funcionários consultados e que não soube explicar da falta das vacinas, a orientação é entrar em contato com o posto e "rezar' para que as mesmas cheguem.

    Pouco antes do fim da campanha, o Prefeito usou suas redes sociais para enviar uma mensagem à população, porém, ao que parece o recado não foi atendido.

    A baixa cobertura vacinal e o aumento de notificações de sarampo ampliam ainda mais a importância da vacinação. Dados da SES/MG mostram que 81 casos estão sendo investigados no estado. Destes, 50,6% são em cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    Cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte são as que concentram mais notificações. Atualmente, são 41 casos suspeitos no entorno da capital mineira. BH é que tem o maior número de pacientes com sintomas, são 19 no total. Seguindo de Contagem e Nova Lima, ambas com cinco, e Santa Luzia, com quatro. Todos os casos estão sendo apurados.

    A imunização contra o sarampo passa por duas doses: a primeira aos 12 meses de idade (tríplice viral – contra sarampo, rubéola e caxumba) e a segunda aos 15 meses de idade (tetraviral – contra as mesmas doenças e catapora). As crianças entre 5 e 9 anos precisam receber duas doses da tríplice.

    Para quem tem entre 10 e 29 anos e nunca se vacinou contra as doenças, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES/MG) indica a aplicação de duas doses tríplice viral, com intervalo de 30 dias. Pessoas entre 30 e 49 anos precisam de uma dose para ficar imunes. Os maiores de 49 anos são considerados imunes ao sarampo, uma vez que já conviveram com a doença.

    Quanto ao pólio, a imunização passa pela Vacina Inativada Poliomielite (VIP), destinada às crianças que nunca foram vacinadas e às menores de um ano. Ela deve ser aplicada, regularmente, aos dois, quatro e seis meses de vida.

    Para quem já recebeu a primeira dose, os centros de saúde oferecem a Vacina Oral Poliomielite (VOP), que é um reforço da primeira. A VOP deve ser aplicada em duas oportunidades, é oral e ficou conhecida pelo personagem Zé Gotinha.

    Com Informações de Estado de Minas

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