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    Prefeitura poderá entregar Feirinha da Savassi para Associação explorar serviço de barraqueiros


    Faltam pagamentos para o funcionalismo público, terceirizadas temem por calote da Prefeitura, ameaças de paralisação de serviços se espalham nos sites dos mais diversos sindicatos. O executivo perdeu o controle de seu governo e quem irá pagar a conta por uma eleição extemporânea será o Luziense.

    Quando não se acredita que a situação pode piorar, eis que somos surpreendidos com mais uma notícia ruim. A prefeitura de Santa Luzia, através da secretaria de Cultura, poderá entregar a tradicional feirinha da Praça da Savassi (que nunca foi gerida pelo executivo) para uma Associação criada a pouco menos de um ano e que, segundo a 'imprensa' local, deverá contratar uma empresa de fora da cidade para explorar o serviço (de Barraqueiros). Além de não ter tido capacidade de 'organizar' a feira, o executivo agora quer levantar a possibilidade de destruí-la assim como vem fazendo com a da Praça da juventude no Conjunto Cristina e de Juli na sede.

    A feira da Praça da Savassi é famosa nos quatro cantos de Santa Luzia, na Região Metropolitana de BH, em vários pontos do Estado e até no Exterior. Querem, agora simplesmente, desmembrar a feira, seja por ganância dos 'supostos' gestores ou por incapacidade técnica de geri-la. A ideia de 'profissionalizar' a feira é antiga, mas nunca deu certo porque difere da proposta de 'feira popular' e aberta ao qual a 'feirinha da Savassinha' é mundialmente conhecida.

    No Governo Roseli Pimentel, foram doadas Barracas aos feirantes e promovido um cadastramento. Bizarramente, pouco tempo depois este cadastro desapareceu e no lugar, surgiu uma 'Associação' que responsabilizou-se pela feira. De um tempo para cá, a feira da Praça da Savassi cresceu e passou a contar com o acompanhamento da Guarda Municipal e cada vez mais a Prefeitura tem utilizado a praça como 'Material' de divulgação de trabalho, mesmo sendo uma feira livre e que desde sua criação, jamais havia recebido suporte de gestores públicos. Hoje querem além de se nomear donos da feira, agora pretendem 'explorar' os barraqueiros e entregar um serviço que é feito ao ar livre e em lugar público, para um empresa de fora da cidade explorar.

    Para piorar ainda mais esta constatação bizarra, ventila a informação nos bastidores de que a idéia de exploração do serviço advém do executivo, da atual gestão. O que ganha a cidade com isto?  O que ganha os barraqueiros com isto? Porque explorar um serviço que sempre foi livre e gratuito?

    Há boatos de que devem ser cobrados valores entre R$150,00 e R$ 200,00 por cada barraca.

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