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    Depois de dar 'calote' na Sobrado, Executivo não honra compromissos com ArteBrilho


    Segundo Sindicato dos empregados em empresas de asseio, conservação e limpeza urbana da região metropolitana de Belo Horizonte (Sindi-Asseio), com o argumento de que a empresa Sobrado (Sociedade Brasileira de Obras Ltda) esteja há 60 dias sem receber repasses da Prefeitura de Santa Luzia, foi a vez da Arte-Brilho, comunicar a seus funcionários, que o executivo também não repassa fundos à empresa e que a mesma terá de contrair um empréstimo para honrar com os pagamentos.

    Com o argumento de 'colocar a casa em ordem', o executivo Luziense, passou a não honrar mais seus compromissos com credores. Anunciou através de suas redes sociais que dará um 'calote' na Empresa Sobrado, responsável pelo serviço de coleta de Lixo e um comunicado emitido pela Artebrilho, deixa claro que a Prefeitura também não irá pagar o que deve à Empresa. Segundo a Prefeitura, não haverá pagamento enquanto não houver uma revisão de todos os contratos, o que poderá durar até o fim do ano. Em vez de buscar uma solução através do diálogo com as empresas, o executivo acionou o judiciário através de sua procuradoria, obrigando seus credores a 'se virar' para pagar seus funcionários. Tanto ArteBrilho, quanto Sobrado devem contrair empréstimos para honrar com os salários de seus servidores.


    Segundo comunicado de ambas as empresas, foram feitos vários contatos com o executivo, todos sem retorno, há vários dias. Em nota a Prefeitura reduziu-se a culpar as empresas pelo impasse e o judiciário fixou uma multa de R$ 5 mil diários para descumprimento da ordem de retorno dos serviços.

    A empresa Artebrilho Multiserviços revela que a prefeitura continua inadimplente frente aos pagamentos de serviços prestados. Ainda segundo a empresa "os agentes públicos responsáveis, inclusive o prefeito, não enviaram mínimos esforços para minimizar os problemas vivenciados por todos". A empresa evidenciou ainda que a situação vivenciada na atual administração é "excepcional, provocada exclusivamente pela Prefeitura municipal de Santa Luzia e seus representantes legais, em nada se amoldando à postura ética empresarial observada ao longo do tempo".

    A ArteBrilho informou ainda que não deixará de quitar com o salário dos funcionários, e que para isto terá de pedir empréstimos. Avisa ainda que irá tomar medidas contra o que acredita ser "atos ilegais cometidos pela administração pública municipal".

    A empresa emprega todos os cargos de serviçais de escolas e postos de saúde.

    COLETA DE LIXO PARADA

    Segundo Sindicato dos empregados em empresas de asseio, conservação e limpeza urbana da região metropolitana de Belo Horizonte (Sindi-Asseio), a paralisação deverá continuar até que os salários, Vales-alimentação e vales-transporte dos coletores sejam pagos. Ainda segundo o sindicato, a prefeitura não faz o repasse de verbas à Sobrado (Sociedade Brasileira de Obras Ltda), empresa responsável pelo serviço em Santa Luzia, há mais de 60 dias. A sindi-Asseio afirma que os trabalhos só voltarão à normalidade após o PAGAMENTO INTEGRAL DOS VALORES ATRASADOS.

    EFETIVOS TERÃO SALÁRIOS PARCELADOS

    Para piorar a situação da atual gestão, recebemos a informação de que os Salários dos servidores efetivos (aqueles que estão na prefeitura por concurso público ou foram efetivados de alguma forma e que não fazem parte do quadro de indicações), terão seus salários parcelados nos próximos meses. A situação não ocorre há quase uma década e poderemos ter um caos generalizado em um governo 'tampão'.


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