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    Desempregado leva faixa pedindo emprego para a praça Sete em Belo Horizonte


    O desespero por estar há três anos desempregado fez com que Carlos Antônio Gomes, de 54 anos, fosse com uma faixa para a praça Sete, no centro de Belo Horizonte, pedir emprego. Moradores da cidade que passaram pelo local se solidarizaram com a causa, fizeram foto e compartilharam nas redes sociais.

    Na faixa, Carlos escreveu: “Preciso de uma oportunidade de trabalho urgente, moro de aluguel” e deixou o telefone para contato. O desempregado é morador da cidade de Mário Campos, na região metropolitana de Belo Horizonte, ele já tentou por emprego no município, mas sem sucesso.

    “Fui com essa mesma faixa para o centro de Mário Campos e depois também tentei em Betim, mas como não consegui, só me restou tentar em Belo Horizonte. Estou aqui desde a última terça-feira. As pessoas estão me ajudando com dinheiro de passagem para eu conseguir voltar para casa e vir para a capital todo dia”, contou.

    Segundo ele, morar em Mário Campos é uma das dificuldades para conseguir emprego.

    “Quando as pessoas descobrem que moro lá, elas desanimam de me contratar porque é muito longe e a passagem é mais cara. Já cheguei até a fazer uma entrevista em um shopping, mas não deu certo. Eu queria vir morar na região do Barreiro, mas estou cheio de dívidas, devendo aluguel, contas de água e luz. Então tenho que quitar essas dívidas antes de mudar”, disse.

    No entanto, como está sem emprego ele não consegue pagar as dívidas e se mudar para Belo Horizonte. Segundo ele, os débitos devem ser em torno de R$ 2.000.

    “O meu desespero é tanto que estou até vendendo os móveis da minha casa para não deixar minha família passar fome”, relata.

    Na faixa ele diz que pode trabalhar como porteiro, caseiro, vigia, almoxarife, estoquista e serviços gerais. Carlos conta que já trabalhou como ajudante de pedreiro, de pintor e eletricista. Atualmente todos os moradores da casa dele estão desempregados.

    A mulher de Carlos e as duas filhas fazem “bicos” para ajudar nas despesas da casa. Além delas, mora na casa também, uma neta de Carlos de 9 anos. Quem tiver uma oportunidade de emprego para ajudá-lo pode entrar em contato pelo telefone: (31) 99537 4612.

    Fonte: O Tempo

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