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    Ayrton Senna Morreu há 24 Anos no Acidente que Mudou a História da Fórmula 1


    Senna foi um trabalhador exemplar; exímio piloto, não tinha apenas talento, tinha obsessão pela vitória; seu poder de comunicação foi grande; sabia lidar com as montadoras de carros e com as equipes; realizou a proeza de trazer uma gigante como a Honda para o circo da Fórmula 1; Senna também deixou uma marca importante no financiamento de projetos sociais; ajudou instituições e fundou a sua, hoje administrada pela irmã, Viviane Senna.

    O piloto Ayrton Senna da Silva morreu há 24 anos em um acidente no circuito de Monza na Itália não explicado até hoje. Nelson Piquet, talvez o mais experiente piloto de Fórmula 1 que o mundo já viu, cravava no dia seguinte da morte de Senna em entrevista à TV Cultura de São Paulo: “só um ataque do coração para fazer o Ayrton errar aquela curva”.

    Piquet, que sofreu um acidente na mesma curva quase idêntico 7 anos antes em função de um pneu furado, havia dado um veredicto que é consenso entre pilotos e especialistas do mundo todo: a “quebra da barra de direção” é a famosa desculpa institucional carregada de interesses econômicos que visam proteger os agentes financeiros do circo da Fórmula 1.

    A Rede Globo entra nessa ciranda dos interesses dos direitos de transmissão do automobilismo internacional. Com Ayrton Senna, a Globo faturou um montante de dinheiro pouco passível de aferição. Direitos de imagem, retransmissões, produtos, marcas, contratos, patrocínios. O volume de fontes de monetização da emissora em torno da marca Ayrton Senna é um capítulo à parte na história da publicidade mundial.

    Senna foi um grande piloto e uma das maiores fontes de faturamento da Globo naquela longínqua década de 90. Isso explica a comoção nacional em torno de sua morte trágica: a mobilização do país pela morte de Ayrton Senna da Silva assombrou o mundo inteiro. Não há precedente para desportistas no mundo, até hoje. Foram milhares de pessoas nas ruas do Brasil inteiro, tomados por intensa emoção.

    Isso se deveu, em parte, pelo carinho e admiração dos brasileiros dedicados ao piloto, mas a escala de catarse popular que tomou conta do país só pode ser explicada pela influência da Rede Globo de Televisão.

    Senna foi um trabalhador exemplar. Exímio piloto, não tinha apenas talento, tinha obsessão pela vitória. Seu poder de comunicação foi grande. Sabia lidar com as montadoras de carros e com as equipes. Realizou a proeza de trazer uma gigante como a Honda para o circo da Fórmula 1.

    O ídolo brasileiro também deixou uma marca importante no financiamento de projetos sociais. Ajudou instituições e fundou a sua, hoje administrada pela irmã, Viviane Senna.

    24 anos depois, fica a saudade e a admiração por uma personagem única no mundo do esporte, do showbiz e da filantropia. Que a memória de Ayrton ultrapasse todo e qualquer ceticismo que insiste em desacelerar a história do Brasil.

     

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