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    Após fracasso de 'forçar' novas eleições, Denilson se licencia do Sindicato para se candidatar a Deputado


    Após o fracasso de "Forçar" eleições Municipais amparados em processos 'sem provas' através de um 'impeachment' inventado por um 'poder paralelo', Denilson Martins, se licenciou do Sindicato e deverá se candidatar a uma vaga a Deputado nas Próximas Eleições.
    Carlos Norris

    Denilson Martins, Diretor do SINDPOL (Sindicato da Polícia Civil de MG), deve tentar mais uma vez uma vaga de Deputado no Estado. Em 2014, o tradicional candidato a Prefeito de Santa Luzia, (com um histórico nada louvável), Abandonou sua campanha na cidade para se dedicar a visitas em delegacias do Interior Mineiro. O Resultado foi uma derrota nas Urnas que refletiu em seu desaparecimento do cenário político por cerca de 4 anos. Na época, até Cristina Corrêa Obteve mais votos na cidade do que Denilson (que mora aqui), ficando como suplente e vindo a assumir uma vaga (Através de articulação política do irmão Miguel) na Assembléia Legislativa.

    O Abandono da campanha na cidade, repercutiu mal para o ex candidato. Com a cassação do Mandato de Roseli/Fernando através de perseguição política iniciada em 2016, Denilson se aliou a Oposição e foi um dos líderes da tentativa fracassada de 'forçar' eleições Municipais munidos em um processo de 'impeachment' ilegal e mal elaborado por um grupo auto-denominado 'Governo Paralelo'.

    A oportunidade de um novo pleito fez 'renascer das cinzas' Denilson, que desde 2014 não participa da vida Política de Santa Luzia e reduzia suas ações ao trabalho no Sindicato. A partir de uma ação coordenada, liderada pela ELITE política de Santa Luzia, Denilson levou um grupo de políticos de Redes Sociais até o Ministério Público em BH e percorreram a Avenida Brasília em uma tentativa de 'forçar' a Justiça a aceitar denúncias 'vazias' que culminassem na cassação do atual mandato. O objetivo não foi alcançado e o Relator da Denúncia a arquivou por falta de provas. Antes o Pedido cassação do mandato foi recusado pelo STF por entender que não havia prazo para a realização de novas eleições. A opção do Candidato foi mesmo se lançar como candidato a uma vaga na Assembléia Mineira.


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