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    Acuados e manipulados pela Oposição, Vereadores tem medo de votar contra o Impeachment


    A independência dos Poderes não existe em Santa Luzia desde que um 'Governo Paralelo' assumiu as redes sociais na cidade há cerca de 2 anos. Sua influência saltou da internet, invadiu o Judiciário, o TSE, TRE, a Polícia, os tribunais, Jornais de Santa Luzia, compraram Grupos políticos no Facebook, possuem grupos de influência no Whatsapp onde articulam ações e agora sua influência chegou ao Legislativo, onde vereadores são chantageados a votar conforme interesse do grupo por um processo de impeachment que já foi negado pela Justiça local e Federal.
    Carlos Norris

    O Texto de Abraão é um Recado Claro aos vereadores da cidade: 'É chegada a Hora de a Câmara de Vereadores de Santa Luzia Mostrar a quem de fato, ela serve (Ao povo ou ao Governo Paralelo) Ao que parece o medo mostrou quem manda!

    Dos 17 vereadores, 14 se acovardaram ao votar favoráveis ao andamento do processo de Impeachment de Roseli/Fernando. A primeira denúncia contra a Chapa Roseli/Fernando foi cancelada pelo relator do processo, Desembargador Gilson Gomes no dia 22 de Março. O 'processo foi arquivado na época pela Justiça Eleitoral.

    Sorrateiramente, o Advogado e mentor do 'governo Paralelo' (uma espécie de Grupo político formado pela Elite política da cidade aliada a velha MÁFIA DO LIXO e aos BARÕES DA POLÍTICA LOCAL, que tem por objetivo tomar o poder à força ou tornar a gestão ingovernável) Abraão Graaco, de posse da ordem do Desembargador e da falta de provas apresentadas em suas 4 denúncias (já que todas não continham apenas suposições contra a chapa), cancelou sua denúncia (que havia sido arquivado pela Justiça) e abriu nova denúncia contra a chapa, para desta vez ter 'prazo' para sua apresentação. A idéia é apresentar tantas quantas forem as denúncias até que uma delas seja acatada pela justiça. Mesma ação praticada pelo Grupo na cassação do mandato da Prefeita onde foram apresentadas à Justiça eleitoral cerca de 40 denúncias (Todas iguais) onde 5 foram acatadas (Em 40, 5 foram aprovadas - Querem vencer pelo cansaço).

    Nas Redes sociais o Grupo esconde a estratégia e prega que todas as 'denúncias' apresentadas foram acatadas pois são munidas de provas (O que não é verdade). O Vitrine, que não faz parte do 'governo paralelo' foi o único canal da cidade a apresentar as provas contra as afirmações que embasaram o pedido que impeachment que havia dado entrada na Câmara Municipal. Com o título de "A Farsa do Impeachment" desmentimos todo o 'teatro' montado pelo grupo através de denúncias sem provas, baseadas em 'fantasias' e suposições do autor. Mesmo assim, com MEDO de reações do Grupo, os vereadores aprovaram um processo de Impeachment 'sem provas'.

    Todos os processos impetrados pelo auto-intitulado 'governo paralelo' tinham por objetivo tumultuar a política Local e criar um 'estado de desconforto social e político' onde os autores deveriam ser vítimas e não autores de tal caos. Para embasar suas 'pregações', perfis Fakes recrutados por membros do 'Grupo Paralelo' espalham publicações de grupos formados pela Elite Luziense, como é o caso de 'SOU LUZIENSE' (Grupo político formado por membros da Elite Local com objetivo de fomentar o impeachment da atual gestão), artigos 'patrocinados' pelo portal 'LUZIAS' (que deveria resgatar a história da cidade, porém é usado para fazer política) e o portal interativo 'OBSERVATÓRIO LUZIENSE' (que também publicita artigos políticos com a alcunha de IMPARCIAL). Isto sem contar o apoio de dezenas de Jornais políticos (criados em época eleitoral) que utilizam suas páginas para disseminação das idéias do Grupo. Sua articulação política é feita através da Internet e encontros presenciais que são marcados via Whatsapp.

    Covardia e Medo

    Com um grupo tão poderoso, munido de influência política e formado por empresários, políticos, juízes, advogados, Jornalistas e membros da alta cúpula da região Metropolitana, suas ações coordenadas, tem influenciado nas decisões da Câmara Municipal. Muitos vereadores por medo de perder 'privilégios' tem se furtado de sua função legislativa e se 'vendido' aos interesses do grupo. Fato este é a falta de critério na votação e aprovação de dois pedidos de impeachment, mesmo um deles sendo barrado pela própria justiça.

    Como manda o Regimento interno da casa, uma nova votação foi feita para a aprovação de novo processo de impeachment. Uma semana antes, membros do 'Governo Paralelo' se organizaram nas redes sociais para fazer pressão (nos perfis dos vereadores) para que o processo fosse aprovado e nova comissão fosse formada. O pedido foi aprovado por 14 dos 16 vereadores presentes à cessão e apenas Ivo Melo e Balu, mostraram independência e votaram contra.



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