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    Homem distribui mais de R$3.700 pelas ruas de Belo Horizonte


    Segundo testemunhas, indivíduo desconhecido jogou pelo menos R$ 3.700 no centro da capital.

    Funcionários de um estacionamento na rua dos Tupis, no centro de Belo Horizonte, foram surpreendidos na manhã desta sexta-feira (16) quando um homem desconhecido apareceu na porta do estabelecimento com uma sacola cheia de notas de R$ 5, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 e jogou parte do dinheiro para cima. O indivíduo, que usava um chapéu, vestia uma camisa branca e uma bermuda azul e calçava chinelos, virou as costas e foi embora sem ao menos olhar para trás.

    Assim que ele partiu, os funcionários correram para pegar o dinheiro, mesmo desconfiando que as cédulas fossem falsas, como conta o motorista Wilson Francisco dos Santos Júnior, de 20 anos. “Tudo isso aconteceu por volta de 8h30. Eu achei que o dinheiro era falso e, por isso, demorei para pegar. Consegui R$ 20, mas teve colega aqui que conseguiu uns R$ 300”, relembra.


    “Nós colocamos as notas contra a luz e verificamos que eram mesmo verdadeiras. Tinham o número escondido no lado direito e o desenho do verso completava o da frente. Eram notas novinhas. Parece que ele tinha acabado de sacar. Devia ter ao todo uns R$ 700 no chão do estacionamento”, completa.

    De acordo com o porteiro Marcus Vinícius da Silva, de 34 anos, que trabalha no prédio onde fica o estacionamento, o homem misterioso ainda seguiu para outros dois pontos no centro da capital para jogar dinheiro. “Ele ainda foi na porta de uma lanchonete e de uma galeria na esquina com a rua Rio de Janeiro. No primeiro lugar, as pessoas contaram que ele jogou uns R$ 2 mil e, no segundo, mais uns R$ 1 mil”, disse.

    Homem estava abatido

    Um dos funcionários do estacionamento conseguiu abordar o homem na porta da Igreja São José ainda na rua dos Tupis. Júnior afirma que ele não aceitou o dinheiro de volta. “Esse outro motorista que foi atrás dele perguntou o motivo daquilo ter acontecido. O homem disse que estava abatido e que tinha sido maltratado na empresa onde trabalhava, mas não quis dar mais detalhes”, ressalta. “Agora a gente não sabe se ele perdeu o emprego, se esse dinheiro era de algum acerto ou bonificação”.

    Segundo a Polícia Militar (PM), nenhum boletim de ocorrência foi registrado sobre o caso, uma vez que não houve crime e as notas eram verdadeiras, conforme o relato das pessoas que pegaram o dinheiro na rua.

    Fonte: O Tempo

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