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Escrito por Moderador

Prefeitura emite comunicado, chama imprensa de Fake News e se diz vítima de grupos políticos


Não sei se é despreparo, excesso de confiança, pressão ou outro motivo que fez a assessoria da Prefeitura soltar um comunicado bastante infeliz na manhã desta Sexta-feira (01), mas que pegou super mal, pegou!
Carlos Norris

O cenário políticos de Santa Luzia é um dos mais ortodoxos da Região metropolitana de Belo Horizonte e aliado ao despreparo de seus políticos e indicados, a situação é o Caos ao qual vemos todos os dias na administração.

Na Prefeitura vislumbramos um governo de maldades imposto por Calixto, um governo polêmico imposto por Roseli, um governo recheado de estrangeiros despreparados imposto por Fernando (Vice de Roseli) e cheio de rancor e ódio com a administração e agora um professor que deveria dar exemplo, tem sido a pior das opções.



Um dos pilares de uma boa administração pública é a qualidade da informação que se é transmitida. O comunicado emitido pela Assessoria da Prefeitura deixou comunicadores preocupados e muitos surpresos, pois tratava de censura. Não uma censura velada, como é comum encontrarmos em governos autoritaristas, mas uma censura aberta, escancarada.

Em seu texto, o autor foi enfático: "Com a liberdade de expressão virtual e com uma sociedade comunicante, faz-se necessário um posicionamento dessa nova administração, pois estamos, como verdadeiros gladiadores, combatendo um sistema público muito antigo, com os sucessivos problemas herdados das administrações anteriores." Primeiramente, deixou claro que estão combatendo "um sistema público muito antigo" e curiosamente colocaram a culpa da evolução dos meios de comunicação, que proporcionaram que pessoas e grupos pudessem se expressar em um "sistema público muito antigo". 

E continuou: "Movimentos on-line de pessoas e ou partidos de oposição, que em nome de uma radical liberdade de expressão, professam valores de intolerância, discursos de ódio, extremamente raivosos, com deduções e negando qualquer afirmação que possa ser comprovada." Ao que entendi, o assessor ou responsável pelo texto afirmou que depoimentos colhidos de funcionários que trabalham na administração e que sofrem com a falta de pagamento, sem definição de seu futuro dentro das inúmeras trocas de Oscips, são a expressão de "Movimentos on-line de pessoas e ou partidos de oposição" e não a expressão legítima de pessoas que sofrem com repetidas más administrações de políticos e gestores que perdidos, entregam a gestão a pessoas incapacitadas de executar as funções a qual fora designadas. Políticos que leiloam a gestão a pessoas que os possam oferecer apoio jurídico, politicos e institucional.

Foi ainda além e criticou os canais de notícias que denunciam irregularidades e questionam ações do executivo, mostrando que além de selecionar os canais ao qual presta esclarecimentos, inda preza pela Censura aos que buscam respostas para responder a seus leitores. "Com o objetivo de confundir a opinião pública, as chamadas fake news criam bolhas narrativas, posts inventados que pipocam e se reproduzem indiscriminadamente por mensagens instantâneas com notícias que as pessoas acreditam ser verdadeiras."

Para encerrar, ainda chamou o cidadão Luziense de "desinformado" e "de fácil manipulação", que se rendem a publicações de "Grupos radicais" que vivem a atacar a gestão Pública: "Como a população de Santa Luzia está confusa, diante das constantes mudanças no comando municipal, grupos radicais estão aproveitando este momento de transição e atacando a instituição Prefeitura Municipal e seus profissionais."

Há sim grupos políticos que almejam cargos na gestão Municipal. Há grupos políticos que questionam Prefeito, vereadores, obras e decisões do executivo. Mas são grupos que questionaram a gestão Roseli, Calixto, Gilberto, Fernando. Porque seria diferente agora com Sandro Coelho quem nem eleito foi para prefeito? Está na Prefeitura somente como substituto, não deveria interferir na gestão, mudar comandantes, trocar secretários, mudar o logo e slogan da gestão como se fosse prefeito, como se tivesse sido eleito para tal. A Assessoria trabalha em ritmo de desconstrução e assim como prega que é vítima de perseguição, de censura e críticas, ela também persegue, censura e critica. Também cria fakes para combater fakes e dissemina porta vozes que hoje estão lotados em secretarias para defender ações que vão contra o próprio funcionalismo, contra o próprio ideal de construção de uma gestão.

Assessor não aponta erros, ele sugere soluções. Sua função é mostrar o trabalho do executivo, não ficar emitindo desabafos em redes sociais. Isto é coisa de amador, de gente que só olha 2 metros à sua frente, não conhece a cidade e vive em frente de um computador.

Na sequência do texto o interlocutor ainda questiona a ação de vereadores da oposição que questionam dados e veículos da imprensa que denunciam que os valores informados através da publicidade veiculada pela prefeitura não batem com os valores que estão disponíveis nos canais oficiais citados no comunicado. "As pessoas passam e a instituição fica! Acessem o site da prefeitura, seu Portal da Transparência, a página oficial do Facebook e conheçam as medidas que estão sendo adotadas para cortar privilégios, sanar irregularidades e fortalecer os controles internos."

Nos últimos dias soube através do Vitrine que a Prefeitura havia encerrado pela terceira vez um contrato na área da saúde. Automaticamente nas redes sociais várias "teorias" foram levantadas, inclusive que o secretário de Governo havia sugerido pessoalmente o nome da nova Oscip. O Instituto Bom Jesus, em uma rápida consulta na internet, tem sido uma garota má com as empresas que a contratam, há várias ações tramitando na justiça. Para piorar a situação em vez de renovar o contrato com a APGP (antiga oscip e que ainda deve dinheiro aos funcionários), a Prefeitura preferiu abrir um novo contrato emergencial (como feito pelo governo Roseli), dar calote na antiga empresa e fazer um novo acordo, que até o momento só existe na boca de porta vozes da prefeitura, reduzindo salários dos servidores da saúde, que nem salário ainda receberam. Obviamente a situação chamou a atenção de cabos eleitorais da oposição e várias denúncias pipocam nas redes sociais, algumas com certo embasamento jurídico.

Ao invés de questionar os "Boatos" apresentando o contrato ou convocando a imprensa para um coletiva informando o teor dos mesmos, a Assessoria se reduziu a criticar quem a questiona, a quem chamaram de "Fake News".

Para encerrar o texto menciona: "Não se deixem enganar com as fofocas!
Você pergunta? A prefeitura responde!
#PrefeituraDeSantaLuzia #NovaPostura #Transparência #OPassadoPassou #CidadeImperial". Curiosamente tenho lido vários textos do vitrine onde há a menção: "Tentamos contato com a prefeitura e até o momento não obtivemos resposta". Se a assessoria não responde à Imprensa, como se acha preparada para responder à População?

A #PrefeituraDeSantaLuzia com esta  #NovaPostura de prezar pela falta de  #Transparência, não quer evoluir. Afirma que #OPassadoPassou e que pensar como #CidadeImperial é investir na censura de quem questiona e aponta seus erros.

Confira o texto completo abaixo:


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