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    Leitora denuncia maus tratos a deficiente no PA São Benedito em Santa Luzia


    Nossa Leitora Clelia, autora de um depoimento emocionado visto por mais de 9 mil luzienses através de vídeo divulgado aqui na Página do Vitrine, nos enviou novo depoimento, desta vez negativo, frente ao atendimento recebido por sua família no PA São Benedito. Confira abaixo na integra:

    Hoje venho através deste jornal dar mais um depoimento, muitos de vocês já me conhecem. Meu nome é Clelia, sou mãe da menina deficiente Talita Estéfani. Infelizmente minha filha continua tendo problemas de saúde. Ela está com infecção urinária e ontem a noite fomos ao pronto atendimento do são Benedito para pegar o resultado do exame de urucultura dela. Fiz a ficha e fiquei esperando a triagem na recepção. Minha outra filha entrou  para pegar o resultado no laboratório. Quando passou pela portaria foi agredida pela gerente Márcia, uma baixinha de cabelo curto. Ela pegou com força minha filha pelo braço, quase jogou meu neto de dois meses no chão e falou que ela estava proibida de entrar no PA que é público. Disse ainda que ia proibir o médico de nos atender. Gritou, ameaçou minha filha por nada. O porteiro de plantão ainda falou pra ela que podia jogar minha filha e meu neto no peito dele, que ele jogava eles pra fora com uma cabeçada. Gente eu fiquei indignada! Como o PA que tem uma pessoa na direção como dr Gustavo Aquino, que é tão humano, trata todo mundo bem sem distinção de raça, condição social ou beleza e médicos como dr Erivelton, Dra Bruna, Dr João Ricardo, Dra Daia de Guilherme Vitalino Tales e tantos outros que mesmo com salários atrasados continuam tratando a gente com humanidade e respeito. O gerente do outro plantão. o Douglas que fica nos corredores tentando ajudar todo mundo pode manter uma gerente que agride as pessoas, truculenta, agredindo crianças de 2 meses! Uma banana pobre, apodrece o cacho inteiro. Não vamos deixar isso na nossa upa, vamos tirar essa mulher. Ela e esse porteiro não merecem trabalhar na nossa upa que pode ser referência no Brasil sem eles. 
    Obrigado

    Inbox, um dos funcionários da UPA que não quis se identificado, afirmou que Talita nunca foi mal tratada na UPA!


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