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    Filhos veem pai esfaquear e matar mãe em Santa Luzia MG

     

    Homem não aceitava o fim do relacionamento; mulher foi obrigada a tomar líquido branco antes de ser morta.

     Uma mulher de 41 anos foi esfaqueada e morta pelo ex-companheiro, de 47 anos, que não aceitava o fim do relacionamento deles, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. O crime aconteceu na frente dos dois filhos adolescentes do casal, na madrugada desta quarta-feira (17).

    O menino, de 14 anos, contou à Polícia Militar (PM) que o pai obrigou a mãe Maria de Lourdes Santos Leal a tomar um líquido branco (que seria uma droga) e depois a levou para um banheiro. Lá, ele a esfaqueou oito vezes e ela faleceu dentro da residência, no bairro Londrina.

    Em seguida, o homem tentou matar o filho e a filha, de 12 anos, mas a menina gritou muito e o agressor fugiu, pulando muro e usando um Corsa Classic. Ele ainda é procurado.

    Segundo familiares, o homem não aceitava o fim do relacionamento e já tinha ameaçado a vítima de morte, mas ela não registrou queixa contra ele.

    “O menino e a menina contaram que ele deu um líquido branco, que não sabemos se é alguma droga para a minha tia beber. Em seguida, ele a levou para o banheiro e começou a esfaqueá-la”, contou o sobrinho da vítima, o técnico de comunicação Júlio César dos Santos, de 29 anos.
    De acordo com a Polícia Civil, a delegada Adriana Rosa vai ouvir, ainda nesta quarta-feira (17), as testemunhas do crime. Conforme ela, Maria de Lourdes nunca fez queixa por violência doméstica contra o suspeito e ela não tinha medida protetiva contra ele.


     O homem que matou a ex-companheira perto dos filhos em uma casa de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, na noite de dessa terça-feira (16), chegou a ordenar que Maria de Lourdes Santos Leal, de 41 anos, "ajoelhasse e beijasse seus pés". O bandido ainda tinha a intenção de matar a filha caçula, de apenas 12 anos.

    Sentado na escada que dá acesso à casa da família, o adolescente que protegeu a irmã relatou à reportagem os momentos de terror vividos dentro do imóvel. “Ele pediu primeiro: ‘ajoelha e beija meus pés’, mas minha mãe não disse nada. Depois ela aguentou as sete facadas calada, para que meu pai não matasse a gente”, disse o estudante.
    Segundo ele, o pai era muito ciumento e já havia ameaçado a mãe dizendo que “se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém”. Maria de Lourdes, que não trabalhava fora para cuidar dos filhos, demonstrava que tinha medo das ameaças e chorava. O suspeito ainda ameaçava matar toda a família da ex caso fosse denunciado.

    Por volta das 23h30, a vítima e os três filhos, de 12, 14 e 18 anos, já estavam dormindo quando o suspeito invadiu a casa da família, localizada no bairro Londrina.

    O homem colocou os três filhos em um dos quartos e cortou o fio de telefone. Os dois mais novos foram amarrados com cordas. Já o mais velho, que possui deficiência, não fala, não anda e é totalmente dependente da família, foi jogado na cama.

    A vítima foi assassinada no banheiro. Não satisfeito, o bandido ainda foi no quarto e tentou agredir a filha. A garota foi salva pelo adolescente, que conseguiu se livrar das cordas. “Ele disse que queria matar minha mãe e minha irmã para que minha avó (materna) e eu sofrêssemos. Mas eu parei na frente dele e disse: ‘Você não vai matar minha irmã. Me mata’”, explicou o jovem.

    Depois dos crimes, o homem fugiu em um Corsa Sedan e ainda não foi preso. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso, e afirmou que a vítima nunca denunciou o homem. A delegada Adriana Rosa pretende ouvir as testemunhas ainda nesta quarta-feira (17).

    Fonte: Portal O Tempo

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