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    Polícia investiga Pastor que oferece o próprio sêmen como forma de purificação

     Segundo a investigação, Diego Augusto Morais, conhecido como Mestre, criou a Essenium e a Kether para praticar crimes de estelionato e manter relação sexual mediante fraude com integrantes. O caso está sendo investigado.


    Diego Augusto Morais, mais conhecido como Mestre, é investigado por induzir os membros de sua seita religiosa a praticar crimes de estelionato em forma de pirâmide financeira e de manter relação sexual mediante fraude com alguns dos integrantes. 
    A denúncia foi feita no último dia 14 de março, na Central de Flagrantes da Polícia Civil, mas como o caso não se caracterizava como flagrante é investigado pelo delegado Isaías Pinheiro, titular do 1º Distrito Policial, no Centro.
    Nos rituais, segundo apurado pela Polícia Civil, o líder oferecia o próprio sêmen como forma de purificação. "Ele oferecia da própria fonte e em copinhos de plástico", conforme Pinheiro.
    Segundo a Polícia Civil, Morais criou a seita que oferecia o conhecimento da existência humana e, a partir dela, criou duas empresas: a Essenium, que tinha a função de angariar fundos junto a pessoas mais idosas como forma de bancar a vida cara que ele e o namorado levam; e a Kether, um grupo selecionado por Diego formado por homens jovens e bonitos. "Esse último tinha a função de satisfazer a lacívia do Mestre", contou Isaías Pinheiro.
    O delegado já ouviu nove pessoas no inquérito. Delas, três são vítimas e seis são testemunhas. Ele agora tenta ouvir os seguidores da seita e já obteve a informação que os rituais continuam sendo realizados, desta vez na casa dos membros.
    A casa onde funcionava a seita no Setor Marista foi fechada pelo proprietário do imóvel depois que ele soube o que acontecia no local. Exames periciais foram realizados na casa, com o uso de luminol, e encontrados resquícios de sêmen e de sangue. "Ainda não recebemos o laudo", disse Pinheiro.
    As três vítimas ouvidas contaram que foram induzidas, por meio de hipnose, a praticarem sexo oral e relações sexuais com o líder da seita. O delegado não acredita em hipnose coletiva.
    Entre as vítimas da seita estão duas mulheres idosas que ficaram com uma dívida superior a R$ 20 mil referente a aluguéis da seita.  Ele investiga ainda a existência de contas de Diego no exterior.
    O POPULAR não conseguiu contato com Diego e nem com o Instituto de Inteligência Universal, do qual ele se diz líder.

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