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    Metrô de BH não deve funcionar na quarta-feira


    Os metroviários de Minas Gerais irão paralisar 100% de suas atividades durante 24 horas a partir da 0h desta quarta-feira. A categoria protesta junto a outras centrais sindicais contra a reforma na Previdência. A paralisação deve afetar a rotina de 230 mil usuários que diariamente utilizam o serviço.

    “A categoria decidiu aderir ao movimento por não concordar com a retirada de direitos dos trabalhadores e por entender que todos nós iremos ser vítimas desse projeto se o texto for aprovado como está”, explica o presidente do Sindicato dos Metroviários de Minas Gerais (Sindimetro), Romeu José Machado Neto.

    Procurada pela reportagem, a BHTrans informou, sem entrar em detalhes, que já possui um plano em caso de paralisação dos metroviários. A CBTU, por sua vez, não se pronunciou sobre a paralisação.
    Além dos metroviários, os bancários, os metalúrgicos, os professores da rede estadual, profissionais da saúde e os funcionários dos Correios também devem participar do movimento. De acordo com a Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais (CUT-MG), cerca de 1 milhão de servidores públicos devem paralisar suas atividades em todo o Estado.

    A central sindical informou que um balanço detalhado será divulgado na tarde desta terça-feira (14) em coletiva na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A nível nacional, a expectativa da CUT é que categorias de todo o país mobilizem-se em protesto contra a reforma da Previdência, enviada ao Congresso pelo Governo Federal e que tem como mote a alteração das regras de aposentadoria do brasileiro.

    A reforma proposta pelo governo Temer prevê a instituição de uma idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de contribuição de 25 anos. Também é prevista alteração no cálculo do benefício, que deve passar a ser feito a partir de uma base de 51%, com o acréscimo de 1 ponto percentual a cada ano de contribuição - na prática, a nova regra determina que, para que o trabalhador tenha direito ao salário de contribuição no valor integral, seja preciso trabalhar por 49 anos.

    No caso dos profissionais da educação, as reivindicações abrangem a reforma da previdência e o descumprimento de um acordo assinado com o Estado em 2015, que firmou o pagamento do piso salarial até 2018 e o pagamento retroativo referente ao meses de janeiro, fevereiro e março de 2016. O Ministério da Educação (MEC) anunciou, em janeiro deste ano, um reajuste de 7,64% no piso salarial dos professores. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE-MG), o reajuste não teria sido aplicado em Minas.

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