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    Arrependidos: Vagabundos que mataram o Cabo Anderson Choram e se Fazem de Vítimas

    O atirador e o comparsa dele vão responder por latrocínio, roubo seguido de morte. Enquanto o cabo Anderson Heráclito Gaspardini, de 43 anos, era velado nesta quarta-feira (11), as polícias Civil e Militar apresentavam o suspeito de ter atirado no militar durante uma tentativa de roubo em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. O comparsa dele também foi preso.



    De acordo com o delegado Henrique José de Freitas, a dupla morava em Vespasiano, também na Grande BH, e no dia 3 de janeiro, data do crime, o suspeito identificado como R.G.S, de 22 anos, convidou o amigo para um “rolezinho” com o objetivo de cometer um crime patrimonial.
    “Na rua do policial, eles viram a cunhada do cabo sozinha perto do carro e a abordaram. No momento em que o militar apareceu armado, o garupa atirou, na versão dele, para ter tempo de fugir”, contou o delegado.
    Após a fuga, R.G.S e o condutor da motocicleta identificado como L.J.L, de 18 anos,  se esconderam em um sítio de um amigo em Felixlândia, na região Central do Estado. O suspeito de atirar foi preso nessa terça-feira (10) dentro do imóvel. Já o comparsa se entregou no mesmo dia  em um shopping de Betim.
    Segundo o major Evair dos Santos, do 35º Batalhão, a ação do cabo em se identificar como policial foi correta.

    “A identificação é necessária. Dentro do escalonamento do uso da força, o recurso do uso da arma de fogo deve ser o último. Além disso, outras pessoas estavam  na rua e, se o militar simplesmente chegasse atirando, o policial poderia atingir um inocente”, explicou.
    Lágrimas
    Em conversa com a imprensa, os suspeitos choraram e alegaram “arrependimento”. "Estou arrependido de ter tirado a vida de um pai de família. Se eu pudesse voltar atrás, tinha deixado ele atirar em mim”, disse R.G.S, que atingiu a cabeça do militar.
    Já L.J.L, que já responde por uma tentativa de homicídio contra outro PM, afirmou que “ficou com a cabeça estressada” após o crime. “Minha família está decepcionada. Resolvi participar do roubo porque queria comprar um carro”, afirmou.

    Fonte: Portal O Tempo

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