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    Depois de 14 dias foragido Ex Presidente da Câmara Municipal se Entrega à polícia da cidade

    Pedro Martins Damião foi preso após se apresentar em uma delegacia de BH. Ele é investigado por suspeita de fraude em licitação.



    Investigado na “Operação Limpeza”, o vereador de Santa Luzia Pedro Martins Damião (PTC) se entregou à Polícia Civil nesta terça-feira (25). De acordo com a assessoria da corporação, o parlamentar foi preso após se apresentar em uma delegacia de Belo Horizonte.

    A operação, deflagrada no dia 12 de julho, investiga um esquema de fraude na licitação para prestação de serviços de locação de máquinas para a limpeza urbana da cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 2013. O valor do contrato, à época, era de R$ 33.789.872,41.
    Dezenove pessoas suspeitas de envolvimento na fraude foram indiciadas. Entre elas, estão dez vereadores do município. A Câmara Municipal tem 17 parlamentares no total.

    No dia 12 de julho, foram presos o vereador Leandro de Paula Gomes, o Pastor Leandro (PMDB), e dois diretores da Cooperativa dos Transportadores Autônomos de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (Cooptral). Já no dia 18, a polícia prendeu Enivaldo Damião, irmão do vereador Pedro Martins Damião.

    Segundo a polícia, ainda seguem foragidos Lacy Carlos Dias (Solidariedade) e Ailton Gomes da Silva (PDT), que ocupavam os cargos de presidente e vice-presidente da Câmara Municipal, respectivamente.
    Para a polícia, o esquema só existiu porque funcionários da prefeitura aceitaram se juntar ao grupo. As fraudes teriam começado na abertura de licitação para o serviço de coleta de lixo na cidade

    A investigação aponta que houve combinação de resultado. A Cooptral venceu a licitação e depois contratou as empresas que perderam a disputa. Uma delas, de acordo com a polícia, tem como sócio o irmão do vereador Pedro Damião. As fraudes podem ter desviado R$ 40 milhões dos cofres públicos.

    Os indiciados respondem pelos crimes de fraude de execução, peculato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

    O Departamento de Investigação de Fraudes também está analisando contratos da Cooptral com a Secretaria Municipal de Saúde de Santa Luzia. A polícia pediu a quebra do sigilo fiscal dos envolvidos pra saber se eles também desviaram dinheiro por meio do serviço de ambulâncias.

    A Prefeitura de Santa Luzia informou que, por enquanto, não vai falar sobre as investigações. O G1 aguarda um posicionamento da Câmara Municipal.

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