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    Mortes no PA São Benedito Investigadas pelo MP são do ano Passado, na Gestão Calixto

    Em Matéria Publicada pelo Portal do Jornal Estado de Minas na manhã desta Terça-feira 28, ficou claro que parte da cobrança feita a atual prefeita da cidade, frente ao suposto número de mortes no PA (Pronto Atendimento) da cidade, não é justa.


    Já contamos aqui no Vitrine que Roseli pouco ou nada mandava durante a gestão Calixto. O ex Prefeito sempre deixou claro a sí e aos seus subordinados, que quem mandava na cidade era ele e portanto o responsável pelas medidas aplicadas nas diversas pastas. Fato este que manteve vários secretários que foram dispensados por Roseli assim que ela assumiu a prefeitura.

    Segundo o Artigo, Foram denunciadas 225 mortes no PA. A Reportagem da TV alterosa que correu de alguns Luzienses que queriam dar seu depoimento em defesa da secretaria de saúde, entrevistou a responsável pelo setor no Pronto Atendimento que disse que os números estão muito acima do apurado pelo Próprio Ministério da saúde. Em Números oficiais, a cidade apresentou 205 Mortes, porém deste, 40% chegam na unidade em óbito ou morrem a caminho da unidade. Segundo as palavras da responsável pelo setor Santa Luzia teria então, 100 mortes no período de MARÇO a SETEMBRO de 2015, bem menos do que Ribeirão das neves, Vespasiano e as demais cidades da Macro região Metropolitana de Belo Horizonte.

    Segundo o promotor que está investigando a denúncia, Gilmar de Assis, O Ministério Público quer saber se a falta do Hospital São joão de Deus, que permaneceu fechado durante o período, poderia ter evitado todas estas mortes, já que a unidade de pronto atendimento (PA) não está equipada para urgências, como foram muitos dos casos de óbito descritos no ano passado.

    CONFLITO DE INTERESSES

    O Vitrine já alertava esta situação no ano passado quando a Irmandade, responsável pela manutenção do Hospital São joão de Deus recusou a proposta de Carlos Calixto, ex prefeito da cidade por quatro vezes, o que culminou com a solução (estranha ao meu ver) de inaugurar uma unidade de saúde (julgo hospital) para atender a demanda do PA (O que infelizmente não aconteceu). Após a recusa da prefeitura em negociar com a irmandade, uma politicagem MONSTRO por parte de Deputados e políticos da cidade, a irmandade tentou responsabilizar a prefeitura por seu fechamento, o que não acabou dando muito certo. O governo do estado então ofereceu ajuda através do Ministério da saúde, porém a irmandade queria além da manutenção, o pagamento de atrasados, o que foi recusado pela Pasta, ficando vários funcionários a ver navios com salários atrasados. O impasse entre governo, ministério, Prefeitura e Irmandade permanece até hoje (um jogando a culpa no outro).



    O QUE ROSELI TEM A VER COM ISTO

    Sem ter onde atacar a gestão municipal tal o nº de obras que estão sendo realizadas na cidade, parte da chamada "oposição" decidiu que a Saúde era uma PASTA a se explorar e estão explorando o máximo que podem o tema: Pelo menos nas redes sociais e convocando a imprensa "AMIGA" dos políticos locais. Uma prova da Imprensa AMIGA foi o flagrante feito por pessoas, funcionárias ou não, da equipe da TV Alterosa fugindo de uma declaração destes usuários. A mais nova cartada é responsabilizar a atual prefeita que assumiu a prefeitura em JANEIRO DESTE ANO (após a denúncia), pelo nº de Mortes na Unidade de saúde. Mesmo que Roseli tenha sido a vice prefeita, ela não participou ativamente da Pasta da Saúde na cidade no período investigado pelo Ministério Público, quem dava as cartas era sempre o ex prefeito Carlos Calixto e Roseli só assumiu a prefeitura porque Calixto foi acometido de repente por um mau súbito e veio a falecer. Portanto acho injusta a cobrança que está sendo feita nas redes sociais sobre a atual prefeita. Investiguemos as mortes ocorridas durante a gestão Roseli, ai sim vamos levantar os responsáveis e trazer na BERLINDA a Prefeita, O estado (que tirou o rabo fora) e a Irmandade. E QUE PESE A RESPONSABILIDADE DE CADA UM.

    Interessados em ler a matéria divulgada pelo Estado de Minas (AQUI)

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