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    Em Novo vídeo divulgado, Menina estuprada por 33 homens implora para pararem sexo

    'Ah, para. Não quero', diz a menina que sofreu um estupro coletivo no Rio.

    Neste domingo, 05, o 'Fantástico' exibiu uma reportagem exibindo momentos do que seria um novo vídeo do estupro coletivo de uma menina de 16 anos. O crime contra ela aconteceu há duas semanas, no Morro do Barão, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O novo vídeo foi encontrado no celular do estudante Raí de Souza, de 22 anos. Ele já estava preso por conta da gravação e divulgação do primeiro vídeo, que mostrava a jovem nua e sendo zombada por dois homens. A partir do primeiro vídeo, a Polícia Civil do Rio de Janeiro desencadeou uma investigação, já o Brasil e o mundo ficaram sabendo do crime bárbaro e de detalhes da vida de 'X'.

    O novo vídeo foi encontrado na sexta-feira, 03. Raí havia dito a policiais que jogou o celular fora, mas dias depois, na tentativa de se defender, ele contou a verdade. O aparelho estava na casa de um amigo. Apesar das imagens já terem sido apagadas, investigadores conseguiram recuperar as provas. O novo vídeo mostra o exato momento em que a jovem sofre um estupro coletivo. Desacordada, ela é molestada seguidamente por vários homens.

    Em determinado momento, ela consegue "despertar" e pede 'Ah, para. Não quero'. O homem que realiza o ato sexual questiona o que ela quer parar. Diferente do primeiro vídeo, que mostrava a vagina da menina e um homem fazendo piadas com o estado do órgão genital. Essa nova prova encontrada pela polícia mostra o momento de penetração e alguns homens suspeitos.

    A Polícia já tinha dito a imprensa que o estupro ocorreu mesmo antes da divulgação das novas imagens. O vídeo foi exibido com grande pixelização, evitando qualquer exposição da menor vítima, que saiu do estado do Rio de Janeiro e entrou em um programa de proteção. Ela foi jurada de morte. No celular, além do vídeo, um áudio mostra que traficantes do Morro do Barão teriam obrigado  os moradores a fazerem um protesto na região.

    Investigadores lembraram que tráfico não tem lei e que não existe a questão de não ter estupro em comunidade. De acordo com ela, só o estado consegue cumprir a legislação.

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